Kazuo Ohno – Treino e(m) poema

livro kazup


No dia 2 de agosto de 2016 a n-1 edições irá oferecer, em conjunto com a Bunkyo e o Museu Histórico da Imigração Japonesa, uma confraternização pelo lançamento do livro de Kazuo Ohno, Treino e(m) poema. O livro, publicado com o apoio da Fundação Japão, é a primeira tradução para o português de uma obra de Kazuo Ohno, um dos dançarinos mais relevantes do século XX. O evento pretende celebrar a concretização desse projeto, que teve como primeiros incentivadores Takao Kusuno e Felícia Ogawa. A homenagem contará com a participação da tradutora do livro, Tae Suzuki, da prof. dra. Christine Greiner, que escreveu a contracapa do livro, do diretor da Fundação Japão, Yo Fukazawa, do editor da n-1 edições, Ricardo Muniz Fernandes, e de Dorothy Lenner, que apresentará uma performance. O evento será mediado por Luis Hanada. Na ocasião, a n-1 edições oferecerá 20% de desconto em todas as suas publicações, bem como trará uma seleção de livros e pôsteres do Estúdio Ohno.

 

Sobre o evento

Quando: terça-feira, 2 de agosto de 2016, das 18h às 21h30

Onde: Museu Histórico da Imigração Japonesa – R. São Joaquim, 381, 9 o andar

Entrada franca

 

Dados sobre o livro

Título: Treino e(m) poema

Autor: Kazuo Ohno

Tradução: Tae Suzuki

Apresentação: Toshio Mizohata / Prefácio: Lígia Verdi / Posfácio: Éden Peretta

Edição: 1 a edição

Ano: 2016

N o de páginas: 256 / ilustrado

 

Sinopse

Kazuo Ohno [1906-2010] foi um dos dançarinos mais relevantes do século XX, responsável, junto com Tatsumi Hijikata, pelo estabelecimento do butô. Aqui, o leitor poderá adentrar no universo particular dos treinos que o dançarino ministrou em seu estúdio, entre o final da década de 1970 e 1997. Registrados como aforismos por vezes vagos, ambíguos, marcados por saltos e mergulhos, os ensinamentos de Kazuo Ohno partem sempre da dança — mas falam sobretudo da vida. Como abandonar a racionalidade, a lógica cartesiana, as regras e as verdades preestabelecidas? Como adentrar delicadamente num espaço de liberdade, em que passado e futuro convivem, em que se dança sem se mover, em que se pode ser flor, ser inseto? Sua fala, como sua dança, nos toca profundamente por qualquer motivo que resta inexplicável. Não à toa, portanto, que Kazuo Ohno continua a cativar e a inspirar tantas pessoas ao redor do mundo — ele possui, afinal, essa capacidade rara de acessar, de maneira muito sutil, aquela parcela de indizível que compartilhamos.

 

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