Livro digital: VILLA GRIMALDI por Diana Taylor

The Hemispheric Institute is pleased to announce the publication of

Villa Grimaldi
by Diana Taylor

From 1973 to 1979, 4,500 people were tortured and 226 people permanently disappeared from Villa Grimaldi in Chile. This book takes the reader on several walks through Villa Grimaldi, and explores the many issues this site (and others like it) raise in terms of memory, history, place, performance, trauma, and political contestation. How does this site preserve, contest, alter, or reactivate memory? Whose memory? Who are these spaces for? What do they ask of us? How can sites, guided tours, audio tapes, video testimony, and digital books such as this one transmit a sense of what happened there, to them, and at the same time, engage ‘us’ as co-participants in the drama? The three visits to Villa Grimaldi staged in this book tell competing narratives of the relationship between place and memory.

Diana Taylor is the Director of the Hemispheric Institute and is University Professor and Professor of Performance Studies and Spanish at New York University.

Villa Grimaldi is available in English and Spanish. It was created by Typefold and developed inTOME.


El Instituto Hemisférico anuncia la publicación de

Villa Grimaldi
por Diana Taylor

Entre 1973 y 1979, 4,500 personas fueron torturadas y 226 fueron desaparecidas de Villa Grimaldi en Chile. Este libro lleva a la lectora en varias caminatas por Villa Grimaldi, y explora las numerosas preguntas que este sitio (y otros como este) levantan en relación a la memoria, la historia, el lugar, el performance, el trauma y la resistencia política. ¿Cómo este sitio preserva, refuta, altera o reactiva la memoria? ¿La memoria de quién? ¿Para quién son estos espacios? ¿Qué piden de nosotros? ¿En qué formas pueden estos sitios, las visitas guiadas, las narraciones grabadas, el video testimonio y libros digitales como este transmitir algún sentido de lo que ocurrió aquí, a ellos y ellas, y al mismo tiempo interpelarnos a ‘nosotras’ como co-participantes en este drama? Las tres visitas que se presentan en este libro narran poderosas historias sobre la relación entre el lugar y la memoria.

Diana Taylor es la Directora del Instituto Hemisférico y University Professor y Profesora de Estudios de Performance y Español en la Universidad de Nueva York.

Villa Grimaldi está disponible en inglés y en español. El libro fue creado por Typefold y desarrollado en la plataforma TOME.

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Hemispheric Institute
20 Cooper Square, 5th Floor
New York, NY 10003
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emisférica 12.1

emisférica 12.1, Caribbean Rasanblaj | Rasanblaj Caribeño | Rasanblaj Caribenho | Rasanblaj Caribéen | Rasanblaj Karayib

emisférica 12.1, “Caribbean Rasanblaj” — Double Issue
Editors: Gina Athena Ulysse with Marcial Godoy-Anativia and Jill Lane

Resist the impulse to translate, pronounce it first. Think consciously of the sound. Let the arch of the r roll over the ah that automatically depresses the tongue; allow the hiss in the s that will culminate at the front of the teeth to entice the jaw to drop for the an sound while un-smacking the lips will propel the bl surrounding the depressed ah again ending with j. Play with its contours. Know what this word feels like in your mouth. In Haitian Kreyòl. 3 syllables. Ra-San-Blaj.


emisférica 12.1, “Rasanblaj Caribeño” — Número doble
Editores: Gina Athena Ulysse con Marcial Godoy-Anativia y Jill Lane

Resista el impulso de traducirlo, pronúncielo primero. Piense conscientemente en el sonido. Deje que el arco de la r ruede sobre el ah que hace que se hunda la lengua automáticamente, permita que el sisear de la s culmine en los dientes frontales y seduzca a la mandíbula al caer para pronunciar el an mientras que los labios al separarse impulsan al bl que rodea una vez más a la depresión del ah para terminar con la j. Juegue con sus contornos. Familiarícese con como se siente la palabra en su boca. En Kreyole haitiano. Tres sílabas. Ra-San-Blaj.


emisférica 12.1, “Rasanblaj Caribenho — Edição dupla
Editores: Gina Athena Ulysse com Marcial Godoy-Anativia e Jill Lane

Resista ao impulso de traduzir, comece por pronunciar. Pense conscientemente no som. Deixe o arco do r rolar sobre o ah que automaticamente faz com que a língua pouse, permita que o silvo dos que culminará na frente dos dentes seduza o maxilar a relaxar num som an, ao mesmo tempo que o des estalar dos lábios impulsiona o bl que circunda o ah outra vez pousado e acabando no j. Jogue com os contornos. Sinta a sensação dessa palavra na sua boca. Em kreyòl haitiano. 3 sílabas. Ra-San-Blaj.


emisférica 12.1, “Rasanblaj Caribéen — Numéro double
Rédacteurs: Gina Athena Ulysse avec Marcial Godoy-Anativia et Jill Lane

Résistez à l’impulsion de traduire ce mot, prononcez-le d’abord. Pensez consciemment au son qu’il émet. Laissez l’arc du r rouler sur le ah qui, de manière automatique, engage la dépression de la langue, autorisez le sifflement du s qui culminera à l’avant des dents pour inciter la mâchoire à tomber pour prononcer le son an tout en dé-claquant les lèvres, ce qui propulsera le bl à l’orée de la dépression du ah de nouveau, en terminant par j. Jouez avec ses contours. Sachez ce que ce mot peut faire ressentir. Dans votre bouche. En Kreyòl haïtien. 3 syllabes. Ra-San-Blaj.


emisférica 12.1, “Rasanblaj Karayib” — Doub edisyon
Redaktè: Gina Athena Ulysse, Marcial Godoy-Anativia ak Jill Lane

Reziste kouri tradwi l, pwononse l anvan. Pran konsyans son yo. Kite son r la woule sou aa ki otomatikman fè lang ou desann, kite s la soufle jiskaske li rive devan dan yo ki fè machwa w vle desann, ouvri  pou son en an pandan lèv yo ap pouse ouvri pou son bl a ki antoure aa ankò jis li rive lan bout son a. Jwe ak kontou mo a. Santi mo sa a nan bouch ou. An Kreyòl. 3 silab. Ra-San-Blaj.


Hemispheric Institute
20 Cooper Square, 5th Floor
New York, NY 10003
www.hemisphericinstitute.org

Convocatória e-misférica 11.2

e-misférica 11.2 – Rasanblaj caribenho
Editora convidada: Gina Athena Ulysse, Wesleyan University

Rasanblaj (s)

Resista ao impulso de traduzir, comece por pronunciar. Pense conscientemente no som. Deixe o arco do r rolar sobre o ah que automaticamente faz com que a língua pouse, permita que o silvo dos que culminará na frente dos dentes seduza o maxilar a relaxar num som an, ao mesmo tempo que o des estalar dos lábios impulsiona o bl que circunda o ah outra vez pousado e acabando no j. Jogue com os contornos. Sinta a sensação dessa palavra na sua boca. Em kreyòl haitiano. 3 sílabas. Ra-San-Blaj.

Definido como assembleia, compilação, alistamento, reagrupamento (de ideias, coisas, pessoas, espíritos. Por exemplo, fè yon rasanblaj, organizar um encontro, uma cerimónia, um protesto), a própria formação linguística de rasanblaj subverteu e resistiu à opressão colonial (M. Condé). << Considere que o Artigo 16 do Código Negro francês de 1685 proibia expressamente, em qualquer circunstância ou ocasião, a reunião de escravos de diferentes mestres>>. A sua etimologia e significações indexam as histórias através das quais emergiu.
Rasanblaj: Catalisador. Palavra chave. Método. Prática. Projeto.

Rasanblaj lança uma provocação de reconfigurar as práticas discursivas e expressivas no Caribe (e nas suas diásporas). Rasanblaj exige uma presença comunal do engajado ao radical, uma interatividade de base e não de cima para baixo. Tendo em conta a corporificação do visceral no estrutural, invoca o conhecimento do feminismo erótico de Audre Lorde na sua dimensão mais vasta, do político ao sensual e espiritual (M. Sheller). Chama-nos a pensar através da performance e da política caribenhas, reconhecendo as encruzilhadas não como destino mas como ponto de encontro a partir do qual se pode avançar. De fato, com a prova inequívoca de que o passado e o futuro existem no presente (C. L. R. James, M-R. Trouillot), rasanblaj não somente pressupõe desígnio e método como também oferece possibilidades de existência para outras modalidades e narrativas. Assim, permite-nos contemplar o performativo na subjetividade, no agenciamento, nas comunidades e na cidadania que constituem os futuros caribenhos (B. Meeks), com o Maravilhoso e as utopias imaginadas como realidades possíveis (S. Césaire, J. Muñoz). Afirmando se como um projeto explicitamente descolonial, rasanblaj exige que consideremos a amplitude limitada das estruturas segregadas a fim de explorar o que continua excluído nessa paisagem plena de vida, porém sobrecarregada com desigualdades e lembranças perigosas (M. J. Alexander).

Ensaios completos devem ser enviados até 15 de setembro de 2014; Consultas preliminares e resumos são bem vindos. Para propor apresentações e resenhas multimídia, favor contatar os coordenadores até 17 de agosto de 2014, devendo os textos e materiais ser entregues até 15 de setembro. Para esta edição, e-misférica aceitará propostas em inglês, espanhol, crioulo, francês e português. Todas as contribuições, propostas e consultas devem ser feitas aos coordenadores através do seguinte endereço: hemi.ejournal@nyu.edu. Os nossos parâmetros e regras de apresentação estão disponíveis no endereço: http://hemisphericinstitute.org/hemi/pt/participate

 

E-misférica solicita propostas de ensaios académicos, apresentações artísticas, bem como de resenhas de livros, filmes e “performances” para o seu número do Verão de 2014.

e-misférica 11.2 – Rasanblaj caribenho
Editora convidada: Gina Athena Ulysse, Wesleyan University

Rasanblaj (s)

Resista ao impulso de traduzir, comece por pronunciar. Pense conscientemente no som. Deixe o arco do r rolar sobre o ah que automaticamente faz com que a língua pouse, permita que o silvo dos que culminará na frente dos dentes seduza o maxilar a relaxar num som an, ao mesmo tempo que o des estalar dos lábios impulsiona o bl que circunda o ah outra vez pousado e acabando no j. Jogue com os contornos. Sinta a sensação dessa palavra na sua boca. Em kreyòl haitiano. 3 sílabas. Ra-San-Blaj.

Definido como assembleia, compilação, alistamento, reagrupamento (de ideias, coisas, pessoas, espíritos. Por exemplo, fè yon rasanblaj, organizar um encontro, uma cerimónia, um protesto), a própria formação linguística de rasanblaj subverteu e resistiu à opressão colonial (M. Condé). << Considere que o Artigo 16 do Código Negro francês de 1685 proibia expressamente, em qualquer circunstância ou ocasião, a reunião de escravos de diferentes mestres>>. A sua etimologia e significações indexam as histórias através das quais emergiu.
Rasanblaj: Catalisador. Palavra chave. Método. Prática. Projeto.

Rasanblaj lança uma provocação de reconfigurar as práticas discursivas e expressivas no Caribe (e nas suas diásporas). Rasanblaj exige uma presença comunal do engajado ao radical, uma interatividade de base e não de cima para baixo. Tendo em conta a corporificação do visceral no estrutural, invoca o conhecimento do feminismo erótico de Audre Lorde na sua dimensão mais vasta, do político ao sensual e espiritual (M. Sheller). Chama-nos a pensar através da performance e da política caribenhas, reconhecendo as encruzilhadas não como destino mas como ponto de encontro a partir do qual se pode avançar. De fato, com a prova inequívoca de que o passado e o futuro existem no presente (C. L. R. James, M-R. Trouillot), rasanblaj não somente pressupõe desígnio e método como também oferece possibilidades de existência para outras modalidades e narrativas. Assim, permite-nos contemplar o performativo na subjetividade, no agenciamento, nas comunidades e na cidadania que constituem os futuros caribenhos (B. Meeks), com o Maravilhoso e as utopias imaginadas como realidades possíveis (S. Césaire, J. Muñoz). Afirmando se como um projeto explicitamente descolonial, rasanblaj exige que consideremos a amplitude limitada das estruturas segregadas a fim de explorar o que continua excluído nessa paisagem plena de vida, porém sobrecarregada com desigualdades e lembranças perigosas (M. J. Alexander).

Ensaios completos devem ser enviados até 15 de Março de 2014; Consultas preliminares e resumos são bem vindos. Para propor apresentações e resenhas multimídia, favor contatar os coordenadores até 15 de Fevereiro, devendo os textos e materiais ser entregues até 15 de Março. Para esta edição, e-misférica aceitará propostas em inglês, espanhol, crioulo, francês e português. Todas as contribuições, propostas e consultas devem ser feitas aos coordenadores através do seguinte endereço:  hemi.ejournal@nyu.edu. Os nossos parâmetros e regras de apresentação estão disponíveis no endereço: http://hemisphericinstitute.org/hemi/pt/participate