Agite y Sirva – festival de videodança

Convocatoria Agite y Sirva 2017  ·
9º Festival Itinerante de Videodanza
 
·  Premio de Videodanza Agite y Sirva 2017 dirigido a creadores mexicanos

·  Selección Oficial 2017

El Festival Agite y Sirva 2017 abre la convocatoria internacional de videodanza para su novena edición.

Por cuarto año consecutivo, el Festival Agite y Sirva otorgará el Premio de Videodanza Agite y Sirva 2017, el cual está dirigido a creadores mexicanos, y consiste en un Primer Lugar por $15,000.00 (quince mil pesos MN), un Segundo Lugar por $10,000.00 (diez mil pesos MN) y un Tercer Lugar por $8,000.00 (ocho mil pesos MN). Las obras serán evaluadas por un jurado internacional a designar, el cual podrá declarar desierto cualquiera de los tres premios. 

Además del Premio, como cada año, realizaremos la Selección Oficial Agite y Sirva 2017 de videodanza nacional e internacional. Tanto los videodanzas seleccionados como los premiados formarán parte del itinerario nacional e internacional del Festival Agite y Sirva 2017.

La fecha límite de recepción de videodanzas es el 27 de marzo del 2017.

La Selección Oficial será publicada el 28 de abril del 2017.

Los autores o representantes seleccionados deberán enviar los siguientes archivos a fest@agiteysirva.com a más tardar el 3 de mayo del 2017:
        · 2 fotos o stills de la obra (mín. 300 dpi) y
        · 1 archivo de la obra en .mov o .mp4 compresión H264.

Los resultados del Premio de Videodanza Agite y Sirva 2017 serán publicados el 29 de mayo del 2017.

Más información en:

MAR – uma dança com o vento

Mar

[uma dança com o vento]

O manto tupinambá.
O manto tupinambá da Lygia Pape.
O manto tupinambá brasileiro que está no museu da Dinamarca.
Os índios.
O botão de pérola.
A vista.
A Dona Zefa, que morando em Santos, não via o mar há 30 anos.
A Maré.
A Maré subindo.
A Maré da Lia Rodrigues.
Pindorama.
As lagrimas de Portugal.
As lágrimas da África.
As lágrimas dos refugiados.
O sal.
O medo.
A saudade.
A utopia.
As crianças.
A morte, a vida.
Iemanjá.
Paranã.
A mãe do mundo.
O fim do mundo.
Quando estar junto não é suficiente, precisamos atravessar.

Mar é uma performance de dança e ocupação para áreas abertas. É um jogo coreográfico entre o espaço, o vento, as pessoas e um grande manto prateado extremamente frágil – feito com a união de capas térmicas de resgate. Uma dança de risco com a natureza e o artefato, para criar um dispositivo de brincadeiras, travessias e utopias, num planeta em degradação.

FICHA TÉCNICA
Direção: Marina Guzzo
Assistente de direção: Flávia Sá
Intérpretes-criadores: Daniele Guedes, Flavia Sa, Gabriel Smaira, Jonatan Elias José, Rafael Celestino
Fotografia: Adilson Felix
Produção: NiD e Corpo Rastreado
Plataforma de pesquisa: Laboratório Corpo e Arte.
Agradecimentos: Lia Damasceno, Cau Fonseca, Flavia Liberman, Andrea Jurdi, João Simão, Conrado Federici, Raquel Guzzo, Renzo Taddei, Juliana Picolo, Morena Nascimento, Andreia Yonashiro, Juliana Braga, Beatriz Cruz, Camila Guzzo, Stéfanis Caiaffo, Marli Pedroso e Instituto Arte no Dique.
Parte pequena desse projeto foi contemplado pelo edital Procultura Estudantil 2016.

veja mais em:

Arts Oasis – residência internacional para performers

Summer starts with Arts Oasis!
May 25 – June 1, 2017
Italy
International multidisciplinary residency at the XII century Monastery in Tuscany, the famous place of creative inspiration for legendary Dante Alighieri.
The program is open to performing arts makers interested in practical research of contemporary performance.
Search for inspiration together with colleagues from all over the globe!
See more details here: www.artsmonastero.info

Instituto Hemisférico de Performance e Política

Instituto Hemisférico de Performance e Política
Iniciativa Hemi de Estudantes de Pós Graduação (Hemi GSI) Quarta Convergência

Desestabilizando as Américas: Hospitalidades radicais e geografias íntimas
5-8 de outubro de 2017 | York University, Toronto, Ontario, Canadá

Chamada para co-coordenadores de grupos de trabalho e/ou workshops de praxis

Prazo1 de fevereiro de 2017

A convergência fala à interseção de múltiplas perspectivas, idéias e corpos – para uma confluência, um ponto de encontro, um encontro. Desestabilizando as Américas: Hospitalidades radicais e geografias íntimas é um convite para responder de forma crítica, estética e cinética à idéia de “espaço de encontro”––infletindo, como é, com histórias de assentamento, deslocamento e reassentamento em todas as Américas. Enquanto que hospitalidade invoca o conceito de relações centradas por encontros (solicitados) entre convidado-anfitrião/pessoa que se muda-pessoa que fica, hospitalidades radicais lida com a ética do agrupamento e sugere uma nova maneira de estar juntos que podem ser tanto utópica e politicamente generativa. Geografias íntimas destaca os domínios micropolíticos––corpos, espaços e relações––que informam e são informados por estruturas sociais e culturais. Desestabilizando sugere a ideia de um movimento, uma mudança de ser inerte para tornar-se um ser incompleto, sendo desafiado, estando desconfortável, mudando perspectivas, desaprendendo ou aprendendo novamente. Desestabilizando as Américas é, portanto, um convite a desestabilizar e a ser desestabilizado: avaliar os nossos próprios lugares em relação uns aos outros e dentro de nossas respectivas histórias coloniais.

No Canadá, essas histórias se tornaram particularmente relevantes em novembro de 2015, quando o governo anunciou o patrocínio de mais de 25 mil refugiados sírios ao país. As agências de imprensa internacionais descreveram a hospitalidade do Canadá como um contraste à retórica do medo e da paranóia que excluíram refugiados e imigrantes em outros lugares. No entanto, as recentes crises de suicídios em comunidades indígenas (“First Nations”) em todo o Canadá levantam questões importantes sobre o colonialismo de colonizadores canadenses e relacionalidades internacionais. Que gestos íntimos e espaços imaginativos têm a capacidade de gerar novas possibilidades políticas, redes alternativas de cuidado, ou transcender uma política como é? Como podemos gerar espaços que reconheçam histórias compartilhadas e conflituosas ao mesmo tempo em que se abre espaço para reestruturar relações institucionais, inter/intraculturais e coloniais? Como podemos nos opor aos crescentes movimentos isolacionistas/nacionalistas? Como as mobilidades migratórias e os discursos do multiculturalismo podem emergir e exacerbar as estruturas do colonialismo dos colonizadores? Como podemos desafiar institucionalismos (artísticos, ativistas, acadêmicos)? Desestabilizando as Américas: Hospitalidades radicais e geografias íntimas convida a reflexão sobre esses domínios de sobreposição e de diferença: como é que decretamos e combatemos as fronteiras íntimas da colonialidade e o que significa acolher/receber e ser acolhido/recebido nos espaços colonizados? O que significa se reunir em terras colonizadas? Convergência 2017 ocorrerá no fim de semana do Dia de Ação de Graças Canadense, Dia de Colombo e/ou Dia dos Povos Indígenas e marca um momento ideal para discutir e contestar a política de encontros.

Os organizadores da Convergência 2017 convidam os participantes interessados em um papel de liderança a se candidatarem a co-coordenar grupos de trabalho ou workshops de praxis focadas em tópicos específicos dentro do tema mais amplo da conferência. Os grupos de trabalho gerarão discussão e teorização através do compartilhamento de pesquisas acadêmicas. Workshops de praxis permitem discussão e desenvolvimento de idéias através de trabalhos práticos e artísticos. Os grupos que desejam combinar ambos também são incentivados––basta deixar claro no seu email de aplicação o que você deseja fazer e por quê. É esperado que todos os grupos colaborem (online) antes da Convergência e compartilhem seus resultados ao final do evento.

Possíveis tópicos de grupos de trabalho e workshops de praxis:

  • Feminismo e geografias íntimas
  • Desestabilizando a idéia de gênero: “two spirit performance”, espaços LGBTQ e políticas trans*
  • Micro-utopias: gestos íntimos, ativismo cotidiano e seus impactos nos movimentos de base
  • Espaços domésticos e habitacionais e suas histórias im/materiais
  • Cidadanias alternativas: representações de pertencer e não-pertencer
  • Hospitalidades que combatem o pânico transnacional em relação às mobilidades de migrantes e refugiados
  • Questões de relacionalidade e considerações sobre os aspectos mais que humanos
  • Desestabilizando a nós mesmos: práticas de desaprendizagem e desconhecimento crítico
  • Performance e deficiência: desestabilizando corpos, limites e acessibilidades
  • Coletividades experimentais, redes, colaborações e experiências digitais (sem corpos presentes)
  • Artes, pedagogias e ativismo descolonais
  • Ações radicais e íntimas que contrariam a homogeneização e o neoliberalismo da globalização (e da indústria da hospitalidade/turismo)
  • A política da memória: testemunho e reparação em relação aos traumas transgeneracionais e transfronteiriços; questões de reparação e reconciliação
  • As possibilidades desafiadoras de feriados e reuniões, bem como sistemas de alimentação e alimentos
  • Performance e as histórias da estética relacional

Estas são apenas algumas sugestões de muitos tópicos possíveis para grupos de trabalho. Os candidatos a cargos de coordenador podem optar por usá-los ou ir além deles em suas propostas de grupo de trabalho. Os coordenadores podem se candidatar como um grupo (interessado no mesmo tópico) ou individualmente. Co-coordenadores selecionados colaborarão com os organizadores da Convergência para desenvolver o tema, o formato, o tom e os objetivos de seus grupos de trabalho. Além de colaborar com professores mentores e participantes do grupo de trabalho nos meses anteriores a outubro de 2017, os co-coordenadores também desenvolverão agendas/horários e atividades fora do local do evento em Toronto com o apoio dos organizadores.

Para aplicar, por favor:

1. Forneça uma declaração de interesse (250 palavras) descrevendo seus interesses de pesquisa, bem como abordagem para os tópicos/temas em que você gostaria de trabalhar.

2. Forneça seu CV e um breve parágrafo (250 palavras) descrevendo sua experiência de liderança dentro de configurações artísticas/acadêmicas/ativistas.

3. Se você é um grupo propondo um grupo de trabalho ou workshop de praxis, por favor, também indique sua abordagem e suas expectativas com relação ao grupo de trabalho (300-500 palavras). Forneça detalhes sobre a estrutura do grupo de trabalho ou do workshop de praxis (por exemplo, como os participantes podem se conectar antes e durante a Convergência; os possíveis lugares em Toronto para visitar e como seu tempo na Convergência será usado).

4. Por fim, crie um documento PDF contendo todos os materiais descritos acima e envie-o por e-mail para: hemigsi@gmail.com com o assunto “Co-Convener Application”. Indique sua afiliação institucional, qual graduação/título você está seguindo, e qual é a sua fluência em inglês, francês, português e espanhol. Por favor nota que ressaltar que a fluência em vários idiomas NÃO é necessária para ser um co-coordenador.

SIM cultura 2017 – SP

O programa de 2017 parte do estudo das tradições russa e japonesa, abrindo-se em três experiências de criação às quais se somam dois cursos sobre sustentabilidade de projetos em artes da cena. Ministrados por, Alice K., Maria Thais, Ma Zhenghong e Alejandro González … Continuar lendo

Residência Comunidades Híbridas

Images intégrées 2

Dear international community;

Friends, artists and colleagues;

We are pleased to launch the web platform dedicated to the documentation and outcomes of work done in the context of HYBRID COMMUNITIES, a research and creation residency on screendance held in Oaxaca, Mexico, in August 2015:  http://comunidadeshibridas.weebly.com/

Initiated and orchestrated by Agite y Sirva, this project gathered a group of artists and researchers from Mexico, Canada, France and Argentina over 8 days to explore the following themes in relation to screendance :

-Curating

-Teaching and Pedagogy

-Writing and Analysis

-Activism and Sociopolitical Contents

The web platform HYBRID COMMUNITIES compiles many photos, videos, texts, testimonies, audio files, gifs, biographies and links gathered collectively over the course of the residency.

Also featured is a manifesto in three languages (French, English, Spanish) which was written in order to try to answer the following question:


Link >> How to Film the Moving Body in an Hostile World?

It is proudly and with enthusiasm that we share with you this platform that contains a great deal of artistic, political and social gems.

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Members of HYBRID COMMUNITIES:
Ladys Gonzalez (Argentina), Priscilla Guy and Emilie Morin (Canada), Camille Auburtin and Jean-Baptiste Fave (France), Benito González, Yolanda M. Guadarrama, Ximena Monroy, Laura Ríos, Paulina Ruiz Carballido, Alfredo Salomón and Laura Vera (Mexico).

Festival de Videodança – Agite y Sirva